domingo, 7 de agosto de 2011
Amy Jade Winehouse – 1983/2011 – cantora/compositora – Londres-Inglaterra
Dias ensolarados, céu azul e aquela voz entrava pelos cômodos, estacionava em meus ouvidos, e naquele momento nascia em mim, uma admiração. Por uma voz até então nunca escutada, e assim me bateu uma vontade louca de saber de quem era, até que descobri através do DJ Lucyus meu sobrinho, que passou algumas canções desta cantora, que passei a ouvir mais(pois estou sempre escutando em meu MP4)e hoje senti vontade de dedicar esta postagem a ela.
As vezes quando paro pra pensar, fico imaginando o que leva um ser humano, seguir caminhos tortuosos. O que será que passa na cabeça daqueles que se deixam levar ao ato da destruição? Será falta de amor, ou simplesmente nos tornamos vulneráveis num momento de fragilidade emocional? Gostaria de entender por que certas pessoas se sentem tristes ao ponto de não enxergar que tudo é passageiro, e que só depende de nós saber esperar!
O que leva alguém a destruir seu corpo e mente diante daquilo que são só promessas, viagens, alucinações, mas que degradam e destroem?
Não devemos nunca dar o 1° passo ao caminho das drogas, seja ela qual for, pois a jornada é longa e as vezes pode-se perder o caminho de volta.
Vivemos um momento muito difícil, uma era onde muitos caminham sem saber aonde ir, notícias são piores do que podemos esperar, muitos falam, poucos escutam, a banalidade está dominando o mundo. O homem está preocupado com o físico, investindo na beleza comprada, mas aonde fica a “alma”? Neste momento peço a cada um que reflita tudo que eu disse até agora, e me diga, aonde está a verdade.
Por que certos artistas tem vida curta? Será que a mídia tem culpa nisso? Será que não estão sendo preparados para assumir tanto sucesso de uma hora pra outra, ou simplesmente são pessoas fracas, e ponto final?
Dizem que a vida é um palco, e que estamos sempre encenando, mas completo que muita gente acaba confundindo e vivendo um outro personagem, mudando toda a história.
Tenho lido vários artigos sobre Amy Winehouse, e na sua maioria, eles dão bastante ênfase a sua vida desregrada, vícios, shows fracassados,vaias… sim, sei de tudo isso, inclusive que nos últimos tempos Amy virou motivo de chacota, onde suas pernas falhavam, esquecia letras das músicas, perdia o humor facilmente…mas devo dizer que em tudo isso a minha preocupação não estava no público que à assistia, mas nesta pessoa que ali se encontrava “sozinha”, num verdadeiro “abandono,” despida de sentimentos, pudor, pedindo através de suas músicas –” atenção, amor, ajuda”!
Aonde será que sua vida parou? Aonde se encontrava a menina de 15 anos que sonhava um dia ser uma grande artista? Por que será que Amy se travestia de um personagem cujo o tempo ela não viveu, e cantava as maravilhas de um som cantado por cantoras como: Billie Holiday, Dinah Washington, Ella Fitzgerald…?
É justamente por adorar Jazz é que me tornei fã de Amy Winehouse. Não acredito que alguém possa substituir Amy, como tenho lido, até porque somos únicos…sua voz, suas músicas não são passageiras, mas irão tocar sempre. Se manterão intactas pelo tempo, se mantendo na moda assim como outras que aqui passaram, e só me resta dizer que toda vez que ouvir suas músicas, sentirei sua falta!
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Semana da Arte Moderna – Anita Catarina Malfatti – S.Paulo 1889/1964
Será que um dia nasceremos sabendo qual será nosso verdadeiro destino, ou simplesmente continuaremos a buscar vários caminhos, antes da chegada ideal? Eis a questão que muitas vezes nos aflige, cansa e nos faz sofrer!
Quando poderíamos imaginar que a mesma menina chamada Anita Malfatti, um dia se tornaria uma das principais pintoras brasileiras. Alguém que tivesse tanta coragem de apresentar algo novo e revolucionário, num tempo onde tudo era representado como uma linha reta, sem curvas…aquilo que podemos definir como: _ “normal” _ mas o que podemos definir como normal, você saberia me dizer? _ Seria ser acadêmico, ou romper os laços do tempo criando novas linguagens?
Suas pinturas, geraram espanto, risos e até comentários e críticas maldosas, geraldo abalo…mas nada disso levou a artista a abandonar aquilo que foi herança materna – “ a pintura e o desenho” (foto Anita Malfatti)
Bety Malfatti (norte americana de origem alemã)não imaginava que sua pequenina menina, fosse superar suas deficiências (atrofia congênita no braço e mão direita)com vontade e determinação, passando a utilizar a mão esquerda para escrever, desenhar e pintar, já que aos 3 anos foi levada a terra do pai – Samuel – (italiano, naturalizado brasileiro – engenheiro – trabalhava com estradas de ferro e na construção civil), para tratamento médico, mas sem sucesso.
A vida de Anita Malfatti, foi esculpida de um currículo vasto, onde tudo começou praticamente em 1909, com suas primeiras pinturas, indo estudar em escolas de arte na Alemanha e EUA. Em sua passagem na Alemanha, entrou em contato com o expressionismo que sofreu bastante influência. Nos EUA teve contato com o movimento modernista.
O Farol -
Anita percorreu o mundo, os museus. Conheceu muita gente importante, adquiriu experiência e sabedoria, deu aulas, colecionou títulos que a levaram a ser conhecida como: _ “REVOLUCIONÁRIA” _ alguém a frente do seu tempo, capaz de mexer com integrantes da classe social mais conservadora, pois suas obras retratavam principalmente os personagens marginalizados dos centros urbanos. Além de que suas pinturas fugiam dos padrões até então aceitos.
A Mulher de Cabelos Verdes – 1915 -
Em 1914 realiza sua primeira exposição individual, em São Paulo, mas foi em 1917, onde tudo eclodiu de fato, causando espanto, risos e críticas.
Com a primeira exposição de arte moderna – no qual o escritor Mário de Andrade riu muito ao se deparar com os quadros: _ O Homem Amarelo – A Mulher de Cabelos Verdes – A Boba…mas no entanto mais tarde, seus risos transformaram-se em admiração, amizade, e uma intensa troca de correspondências( dizem alguns relatos, que viveram um amor platônico) Tanto que anos depois o escritor acabaria adquirindo a tela – O Homem Amarelo- tornando seu grande defensor, numa das críticas recebidas pelo escritor de literatura brasileira – Monteiro Lobato – que publicou artigo dizendo: _ Paranóia ou mistificação? Argumentava que a nova pintura de Anita Malfatti, não representava o brasileiro e sua natureza com fidelidade. Chegando a ponto de insultar a pintora, tachando-a de “louca”.
O Homem Amarelo – 1915 –(Em 02/12/89-foi emitido um selo comemorativo sobre o centenário do nascimento de Anita)
A crítica de Lobato repercutiu entre os modernistas e pouco depois, Oswald de Andrade e Menotti Dell Picchia saíram na defesa de Anita.
Da querela que se seguiu surgiu a divisão entre conservadores e modernos, que iria desaguar na Semana da Arte Moderna – em 1922, onde Anita expos seus trabalhos sendo premiada e consagrada. Pois até então só a literatura reinava absoluta nas artes , tendo que ceder lugar para as atividades plásticas.
Anita fez parte do “Grupo dos Cinco” com: Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Menotti Dell Picchia, e Tarsila do Amaral.
Eu poderia me deter em datas, lugares, detalhes, mas prefiro falar de sentido e sentimentos, onde o artista é capaz de agir e reagir ao tempo, aos fatos, as pessoas.
Anita trabalhou uma coisa que muita gente esquece, –” o sentimento”, pois sabemos que existe a pintura fria e inexpressiva, aquela que não nos dá vontade de entrar e participar da cena, e simplesmente apenas somos meros observados. Digo, que as pinturas de Anita são trajadas de fortes sentimentos, onde os personagens são banhados de cores fortes, muitas vezes levemente distorcidos. Nosso olhar se funde, desperta e indaga o que é imaginário, o que é real?
Muitos achavam suas pinturas cruas, mas como, se o tempo todo Anita expressava uma gama de aprendizado com muita liberdade e singularidade?
Fecho esta postagem com um pensamento de Mário de Andrade sobre Anita Malfatti:
_ “Seus quadros, nos deram uma primeira consciência de revolta e de coletividade em luta pela modernização das ARTES BRASILEIRAS”
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Pinturas de Carlo Mense – 1886/1965-Artista Alemão -
Um enigma ou puro esquecimento?
Como não falar de um artista que dedicou sua vida inteira ao mundo das Artes? Você já ouviu falar em Carlo Mense? _ Eu ouvi pela primeira vez, através de um amigo que me mandou via e-mail, o site, e assim passei a conhecer suas pinturas. Não satisfeita, fui pesquisar mais sobre sua vida…pois não entendo, não aceito essa indiferença, esse ato de deixar esvair pelo ralo, “obra e vida” de um artista de tanta expressão e conhecimento.
Carlos Mense nasceu na Rheine, Westphalia em 13 de Maio de 1886. Em 1906 matriculou-se na Academia de Dusseldorf.
Em uma viagem a Itália com seu irmão “Rudolf”, acabou em Ascona, onde entrou em contato com movimentos reformistas, que exerceria uma influência duradoura sobre sua vida.
Em 1912 estava mostrando pinturas no lendário Sonderbund exposição em Colônia e foi representada com o trabalho em 1913 na exposição - “Rhinish Expressionistas” – Isto levou ao contato com Herwarth Walden, cujo as revistas “ Die Aktion Mense e Der Sturm” contribui impressões.
A guerra eclodiu e com isso veio atrapalhar sua vida, onde foi convocado, e como havia se instalado na Renânia, só voltou quando a guerra chegou ao fim.
Em seguida, tornou-se um dos principais membros da “Gesellschaft Fur Kunst”(Art Society)- que fundou a revista “Der Strom e em 1918 lá se juntou a associação de artistas - “Das Junge Rheinland”(jovem Renânia) e o Novem Bergruppe(Novembro Group) após seu casamento com Vera Baske.
Cultivou laços estreitos com Paul Klee na cena artística Schwabing. Por conseguinte, o seu circulo de amigos últimos, incluía Oskar Kokoschka, José Eberz, Georg Schrimpf e sobre tudo, Richard Seewald.
Nós artistas, temos muitas dificuldades de vários níveis, e só nossa classe sabe do que estou falando. Isso vem desde o passado e disso Carlo Mense também não se livrou, muito pelo contrário. Em 1925 foi nomeado professor na Academia Estadual de Belas Artes Aplicadas em Breslau, mas em 1932, a academia foi fechada, e perdeu sua posição. Depois atribuindo ao prêmio Roma, garantiu uma bolsa até o verão de 1934.
Entre o sim e o não, – MENSE – teve uma vida feita de incertezas, muitas injustiças, e pelo pouco que li, me pareceu uma pessoa de muita personalidade, que não se abatia, nem aceitava aquilo que representavam como verdade. Tanto que em suas pinturas não seguia simplesmente aquilo que aprendeu, mas mostrava nelas sua alma! Tanto que mais tarde, seus trabalhos foram marcados de - “arte degenerada” – pelos nazistas, e 34 obras foram apreendidas e destruídas nos ataques de bombardeio -pelo Nacional –Socialistas de coleções públicas -
Depois só se ouviu falar dele em 1956, quando teve uma One-Man-show de seu trabalho, em Konigswinter, por ocasião do seu aniversário de 70 anos.
Esse amigo que relato no começo da postagem é Valter Mense - sobrinho-neto deste grande artista.
1928/29
Termino esta postagem com uma frase que é capaz de causar reflexões:
_ Sei que uma vida tão rica de detalhes, sumiu num pequeno sopro, como se fosse absolutamente nada!!!
Até breve…
sexta-feira, 15 de abril de 2011
O Retratista – Rembrandt Harmenzoon Van Rijn(1606-1669) – Pintor-Gravador-Holandês -
Mestre da cor, do desenho, da gravura, mestre dos mestres - nascido as margens do Reno, junto a um velho moinho onde seu pai triturava trigo para que o avô assasse o pão, pertence a essência esquecida da Europa, que procurava a profundidade da realidade, pois buscava no próprio e inalienável mistério – quase sempre alienado – que sempre novo, e que retorna no escuro os múltiplos avatares de uma vida. -
Rembrandt, vive nos mais honrados cantos dos museus do mundo. É mestre também dos que sentem como vocação a arte sobre qualquer outra atividade. Desses cantos de sombra e honra, em seus mais de 60 auto retratos, os olhos singularíssimos do artista de luz íntima que emerge na névoa exterior, recordam quem os contempla a profundidade e a grandeza latente na palavra que resume e enuncia tudo que podemos ser.
Auto-retrato de Rembrandt em 3 momentos -1629/1640/1669.
Rembrandt aos 7 anos, foi enviado a escola de Latim, junto aos clássicos – Aristóteles e Homero, que aparecerão em suas obras. Aprendeu a familiarizar-se com a bíblia, um dos escassos livros de sua biblioteca.
Em 1620 ingressou na Universidade, porém, meses depois reconhece que não desvia sua paixão fundamental e entra no atelier de um modesto pintor local, entre escassos méritos conta o de ter estudado na itália. Talvez por isso Rembrandt nunca tenha tido o desejo de viajar a pátria de Leonardo.
Retrato do filho – Titus -
Após completar 3 anos de estudo, segue para Amsterdam para sua instrução no atelier de “ Pieter Lastman” – especialista nos temas históricos e cenas bíblicas.
Lá com seus 19 anos, depois de apenas 6 meses com Lastman, voltou a sua terra natal LEIDEN- (Cidade próspera e culta, onde desfilavam as embarcações carregadas de coloridos tecidos, elaborados na indústria local e de objetos exóticos vindos do oriente)como mestre independente, associado a Jan Lievens, já mestre pintor desde seus 12 anos.
- A maior parte de seus trabalhos constitui-se de pinturas pequenas e com acabamento preciso sobre temas bíblicos e históricos, onde era
notado de influência do seu segundo professor. Rosalba Peale
Quando partiu pra carreira solo, passou a utilizar o efeito luz e sombra melhor do que ninguém; e este modo de pintar, tornou-se o seu principal meio de expressão. Obteve grande sucesso local, e começou a ensinar, e por possuir forte personalidade, atraía bastante estudantes.
- De sua paleta surgiu uma arte cheia de dourados, como é a apresentação no tempo, onde aparece surgir dos corpos. E a lâmina de cobre batido nos deixou seu manifesto artístico e vital: um auto-retrato onde aparece o cabelo despenteado , aspecto desajeitado, nariz gordo e um olhar fixo para uma meta da qual nada, nem ninguém poderão afasta-lo.
Artista de tanta profundidade e de dilatado espaço interior. O rosto no nosso pintar, é drama, trajetória, passo singular da vida total, janela aberta ao mistério inexpressável.
Retrato de Saskia - Rembrandt além de tudo era um homem dedicado ao seu grande amor – Saskia – onde retratou várias vezes em suas telas, até mesmo nos momentos mais difíceis de sua vida, onde desenhou repetidas ocasiões no leito da doença e do sofrimento:
- Teve 3 filhos que morreram poucos anos depois de nascidos.Somente 1 sobreviveu – “Títus” -
Quando pintou a “ Lição de Anatomia “ – retrato de um grupo da sociedade de cirurgiões de Amsterdam, obteve a reputação de melhor retratista da época nesta cidade, Tornou-se rico e gostava de colecionar obras de arte.
- A Lição de Anatomia – 1632 - Mas a sorte mudou quando Saskia morreu… perdido, as finanças entraram em colapso. Neste mesmo período sua arte ganhou em profundidade espiritual, a luz maravilhosa parecia vir do interior das suas obras. As sombras tornaram-se mais intensas e vibrantes. Suas pinturas passaram a mostrar calma e ternura, e a humanidade se achava representada pelo lado reflexivo.
Com o passar do tempo, casa-se novamente e tem mais uma filha – “Cornélia”, e com a morte da segunda mulher e do filho “Titus” que morre pouco depois de ter casado, e deixado uma filha., – Rembrandt, asume a solidão, e Cornélia o acompanha até os últimos dias de sua vida.
Rembrandt foi e será um pintor especialmente lembrado como “Retratista” – dotado de uma enorme sensibilidade, dando a seus modelos dignidade e ao mesmo tempo não permanecia passivo diante de cada obra, mas muito presente em suas interpretações!
segunda-feira, 14 de março de 2011
Mundo de Sonhos
Este mês estou expondo um quadro que acabei de pintar. Sintam-se livres para olhar, admirar e fazerem suas leituras.
Orifícios – tela à óleo – 70x57 – 2011 - Waleria Lima-
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
John William Waterhouse – 1849-1917 – Doce e suave Nino.
Como é bom nascer no seio de uma família que comunga os mesmos gostos. Caminhar juntos, crescer dentro de um estúdio de Arte, como um pássaro que voa buscando alimento. Tudo se torna doce, mais suave, sendo assim, mais fácil de encontrar em nós, aquilo que trazemos na alma e está oculto e que nem sempre conseguimos trazer à tona; por falta de oportunidade, incentivo, ou por nos perdermos no meio do caminho.
John William Waterhouse carinhosamente conhecido como - “Nino,” nasceu em Roma em 06 de Abril de 1849. Seus pais eram inglêses, ambos pintores, mudaram-se para Itália, em busca de Arte, e posteriormente transferidos para a Inglaterra.
Nino, ia crescendo, e se desenvolvendo num mundo determinado por cores, beleza e fantasia…e com isso, ia criando dentro dele sem ao menos perceber, seu verdadeiro talento, onde a mitologia, a poesia, estariam sempre presentes em suas obras.
O jovem desenvolveu o seu talento para a escultura e pintura. Fêz várias tentativas de admissão para a Royal Academy, e finalmente em 1870, conseguiu. Em 1885, tornou-se um associado da Royal Academy, e em 1895 um membro de plenos direitos.
Waterhouse, foi muitas vezes classificado como um pré-rafaelista, por seu estilo e temas, mas é um pintor verdadeiramente neo-clássico.
Algumas das obras anteriores foram centradas em temas e cenários italiano, referindo seu amor por seu lugar de nascimento.
Mais tarde, seus trabalhos pegou o estilo e temas clássicos dos pré-rafaelitas, como: Alma-Tadema e Frederick Leighton.
Nino pinta mais de 200 pinturas retratando a mitologia clássica, histórico e literário indivíduos, particularmente, aqueles da mitologia romana e poetas clássicos (inglês) como: Keats e Tennyson. Femme Fatale – é um tema comum em suas obras, como a maioria são mulheres bonitas , elegantes, vítimas de muitos homens.
Waterhouse, é um dos raros artistas, que se tornou popular e relativamente abastado finaceiramente quando vivo.
Hoje muitas de suas obras estão em coleções particulares ou em algum lugar desconhecido, no entanto, a maioria de suas pinturas mais famosas são encontradas espalhadas por toda a Inglaterra, e o restante podem ser encontrados ao redor do mundo.
Posso dizer que não basta pintar, mas encontrar dentro da pintura, uma maneira de ser diferente. Buscar o inexplicável, sonhar e voar dentro deste sonho, mostrar a sua realidade, de forma misteriosa, assim como fez “Nino carinhosamente”, que de forma independente se revelou em cada uma de suas telas.
Pinturas: 1 – Ophelia - 1889 - 2 – The Lady of Shalott –1888 - 3 – Tristan and Isolde –1916 - 4 – The Shrine 1895


